Em Atos, vemos a comunidade cristã vivendo uma unidade tão profunda que tudo era colocado em comum; não por obrigação, mas porque, tendo encontrado em Cristo a plenitude, nada mais precisava ser guardado para si. Essa comunhão nasce da certeza de que a vida não está mais presa ao medo, à escassez ou à morte.
O salmo confirma essa confiança ao proclamar que o Senhor reina com firmeza e santidade, sustentando o mundo com sua fidelidade.
No Evangelho, Jesus revela a Nicodemos que essa vida nova só é possível para quem “nasce do alto”, isto é, para quem se deixa transformar pelo Espírito. Assim como a serpente erguida por Moisés salvou o povo no deserto, o Filho do Homem elevado na cruz oferece a todos a possibilidade de renascer.
A Páscoa, portanto, não é apenas um evento a ser celebrado, mas um modo de viver: deixar que o Espírito nos recrie, abandonar o egoísmo que nos fecha e assumir a lógica da comunhão que gera vida. Diante disso, vale perguntar como essa experiência pascal pode hoje renovar nossos relacionamentos e nossa maneira de partilhar o que somos e temos.
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