A liturgia de hoje nos apresenta a Divina Misericórdia como o caminho que conduz do medo à fé viva. Recorda que a primeira comunidade cristã nasceu da misericórdia e que ela gera comunhão, partilha e alegria verdadeira.
São Pedro lembra que a esperança nos sustenta nas provações, purificando a fé como ouro no fogo.
No Evangelho, Jesus vence o medo dos discípulos oferecendo paz, não cobranças, e mostra que Suas chagas redimidas iluminam nossas próprias feridas. Tomé representa nossa busca por certezas, e Jesus o acolhe com paciência.
A misericórdia é o limite imposto por Deus ao mal e a missão confiada à Igreja. Ao final, somos convidados a abrir as portas fechadas pelo medo e professar com sinceridade: “Meu Senhor e meu Deus”, e também, sempre confiando na intercessão de Maria, Mãe da Misericórdia.
Assim, seja!
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