quarta-feira, 8 de julho de 2026

Santa Paulina do Coração Agonizante de Jesus, virgem, Memória

Oseias nos revela hoje um Deus de coração comovido, que ama com ternura mesmo quando seu povo se afasta. Ele o carregou nos braços, ensinou a andar, cuidou com laços de carinho. E, diante da infidelidade, não responde com ira, mas com misericórdia: “Meu coração se comove dentro de mim”. Esse é o rosto de Deus que a liturgia nos apresenta, um amor que não desiste, que não abandona, que sempre busca recomeçar.

No Evangelho, Jesus envia os discípulos com uma missão clara: anunciar que o Reino está próximo e levar sinais concretos desse Reino, cura, libertação, paz. Mas também os alerta: nem todos acolherão a mensagem; haverá portas fechadas e corações endurecidos. Mesmo assim, a missão continua, porque ela nasce do coração compassivo de Deus.

Celebrando Santa Paulina, lembramos alguém que viveu essa lógica do Evangelho: aproximar-se dos pequenos, cuidar dos sofridos, confiar na misericórdia de Deus mais do que nas próprias forças. Sua vida foi anúncio vivo de que o Reino chega através de gestos simples, mas cheios de amor.

Hoje, somos chamados a deixar que o coração de Deus toque o nosso e a levar essa ternura ao mundo. Mesmo diante de rejeições ou dificuldades, seguimos em frente, porque quem nos envia é o Deus que ama com fidelidade e que transforma tudo com sua misericórdia.

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