Em Atos, vemos Apolo: inteligente, eloquente, preparado, mas ainda incompleto. É bonito perceber que Priscila e Áquila o acolhem, o escutam e o ajudam a aprofundar a fé. A Igreja cresce assim: não por competição, mas por complementaridade; não por vaidade, mas por humildade. Cada um oferece o que tem, e cada um permite ser formado pelo outro. Onde há docilidade, o Evangelho floresce.
O salmo nos recorda que Deus reina, não como um tirano distante, mas como Aquele que conduz a história com firmeza e ternura. Ele é o Rei que não domina pela força, mas pela fidelidade. Por isso podemos cantar com confiança: “Deus é o grande Rei de toda a terra”.
No Evangelho, Jesus nos dá uma promessa que sustenta o coração: “O Pai vos dará tudo o que pedirdes em meu nome”. Não se trata de mágica, mas de comunhão. Pedir em nome de Jesus é pedir com o coração de Jesus, alinhados ao seu amor, ao seu modo de ver o mundo, ao seu desejo de vida para todos. Quando vivemos assim, a oração deixa de ser lista de pedidos e se torna encontro transformador. E Jesus conclui: “Saí do Pai e vim ao mundo; agora deixo o mundo e vou para o Pai”. Ele nos lembra que nossa vida também é um caminho: viemos do amor e para o amor voltaremos.
Que hoje aprendamos com Apolo a humildade de quem se deixa formar; com Priscila e Áquila, a generosidade de quem forma sem se impor; com o salmista, a confiança no Deus que reina; e com Jesus, a coragem de viver em sintonia com o Pai. Assim, nossa oração se torna fecunda e nossa vida, testemunho.
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