A liturgia de hoje nos convida a olhar com sinceridade para o nosso coração.
A primeira leitura mostra Israel colhendo as consequências de ter se afastado de Deus, não porque Deus desejasse puni-lo, mas porque, ao rejeitar a fonte da vida, o povo acabou envolvido em caminhos que o destruíam.
O salmo expressa esse clamor: “Socorrei-nos, Senhor”, reconhecendo que só Deus pode restaurar o que se perdeu.
No Evangelho, Jesus nos chama a abandonar o hábito de julgar os outros. Ele não diz isso para nos calar, mas para nos libertar. Quem vive julgando se torna cego para a própria verdade, incapaz de enxergar a “trave” que carrega. O convite de Jesus é à humildade: antes de apontar o erro alheio, deixemos que Deus ilumine o nosso interior. Quando permitimos que Ele cure nossas feridas e converta nossos pensamentos, então podemos ajudar o irmão não com condenação, mas com misericórdia.
Hoje, peçamos a graça de um coração que não se afasta de Deus e que não se coloca acima dos outros, mas que aprende a ver como Jesus vê: com verdade, com compaixão e com desejo de reconstruir. Que o Senhor nos dê olhos limpos e um espírito humilde, para que nossa vida seja sinal de paz e não de julgamento.
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