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quarta-feira, 1 de julho de 2026

Igreja Católica lança campanha de solidariedade e fraternidade às vítimas dos terremotos da Venezuela: “SOS VENEZUELA”


A Igreja Católica lança nesta quarta-feira, 1º de julho, a campanha “SOS Venezuela – Solidariedade e Fraternidade”, uma mobilização nacional para arrecadar recursos destinados às famílias atingidas pelos terremotos que devastaram a Venezuela.

Inspirada na primeira encíclica do Papa Leão XIV, Magnifica Humanitas, a campanha reafirma o compromisso da Igreja com a promoção da vida, da fraternidade e da solidariedade diante das situações de sofrimento humano.

Registro de La Guaira, região mais afetada pelos terremotos na Venezuela. Foto: Cáritas Venezuela

Tragédia humanitária

No dia 24 de junho, dois terremotos de magnitudes 7,2 e 7,5 atingiram as regiões centro-norte e costeira da Venezuela. Os tremores também foram sentidos em estados da região Norte do Brasil. Novos abalos sísmicos, de magnitudes 4,9 e 4,6, foram registrados nos dias 26 e 29 de junho.

Segundo dados divulgados pelas autoridades venezuelanas e por organismos internacionais, milhares de pessoas foram afetadas pela tragédia, que provocou mortes, desaparecimentos, desabrigados e graves danos à infraestrutura de diversas comunidades.

Diante desse cenário, a Igreja reafirma sua missão de estar próxima daqueles que sofrem. Como recorda São Paulo: “Se um membro sofre, todos os membros sofrem com ele” (1Cor 12,26).

A presença solidária da Igreja

Ao longo da história, a Igreja tem respondido às grandes tragédias humanitárias em diferentes partes do mundo, oferecendo assistência material, apoio espiritual e esperança às populações atingidas por terremotos, guerras, enchentes, secas e outras situações de emergência.

Foi assim após o terremoto no Haiti, em 2010; diante dos terremotos na Turquia e na Síria; nas enchentes que atingiram diversas regiões do Brasil; e em tantos outros momentos em que comunidades inteiras precisaram reconstruir suas vidas.

Os Papas também têm insistido nesse compromisso. Bento XVI convocou a comunidade internacional à solidariedade com o Haiti. O Papa Francisco recordou diversas vezes que a proximidade é o primeiro passo para restaurar a esperança. Na encíclica Magnifica humanitas, o Papa Leão XIV convida toda a Igreja a tornar-se “tecelã de esperança”, compartilhando os dons e os bens com quem mais necessita.

“Com a mesma fé de Maria, tornemo-nos tecelões de esperança no nosso mundo, partilhando o que somos e o que temos”, diz a Encíclica Magnifica Humanitas.

Nesse caminhar solidário, a Igreja no Brasil, de mãos dadas, abre o convite solidário para doação a favor dos irmãos e irmãs enlutados, desabrigados e que sofrem as consequências do terremoto. 

Os recursos arrecadados no Brasil serão destinados ao apoio das ações de resposta humanitária coordenadas pela Cáritas Venezuela, contribuindo para a aquisição de alimentos, água potável, kits de higiene, medicamentos, materiais de abrigo temporário e outros itens essenciais para as famílias afetadas.

Além da resposta imediata à emergência, a campanha busca apoiar os processos de recuperação das comunidades atingidas, fortalecendo iniciativas que contribuam para a reconstrução da vida, da dignidade e da esperança.

A iniciativa também expressa a compreensão da Igreja sobre a promoção integral da pessoa humana. Diante de uma tragédia dessa dimensão, cuidar da vida significa responder às necessidades materiais, mas também fortalecer os vínculos comunitários, restaurar a esperança e reafirmar a dignidade de cada pessoa. 

Convite à solidariedade à toda a sociedade

Em carta conjunta, as presidências da CNBB e da Cáritas Brasileira convidam toda a Igreja e a sociedade brasileira a participar da campanha: 

“Conclamamos as arquidioceses, dioceses, paróquias, comunidades, congregações religiosas, movimentos, pastorais, instituições de ensino e todas as pessoas de boa vontade, brasileiras e brasileiros, a se unirem nesta corrente de solidariedade e oração pelo povo venezuelano”, cita trecho de carta assinada pelas presidências da Cáritas Brasileira e CNBB. 

YouTube

Mais do que uma campanha de arrecadação, a iniciativa expressa a comunhão entre os povos e o compromisso da Igreja com a promoção da vida, tornando concreta a fraternidade por meio de gestos de solidariedade.

Saiba como doar:

 

SOS VENEZUELA

PIX:
doe@caritas.org.br

CONTA CORRENTE:
Banco do Brasil
Agência: 452-9
Conta Corrente: 53.377-7

 

 

Mais informações em: caritas.org.br e cnbb.org.br

Fonte

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segunda-feira, 29 de junho de 2026

“Não há amor maior”: mãe morre salvando a filha em terremoto na Venezuela

Capture Instagram Hector Bello

O número de mortos do duplo terremoto que atingiu a Venezuela em 24 de junho é de mais de 1.000. Entre as vítimas, Andrea, a esposa de Hector Bello, um jogador de futebol, que perdeu a vida ao salvar a de sua filha Alana.

Por Mathilde de Robien

"Não há amor maior do que dar a vida por aqueles que você ama", (Jo 15,13) disse Jesus. Andrea, a esposa de Hector Bello, um jogador de futebol venezuelano de 28 anos, o ilustrou heroicamente durante o devastador terremoto duplo que atingiu Caracas e a costa venezuelana na noite de 24 de junho.

segunda-feira, 4 de maio de 2026

RSF: liberdade de imprensa no mundo nunca esteve tão ameaçada como agora


O novo relatório da RSF retrata uma deterioração sem precedentes do direito à informação em todo o mundo, com mais da metade dos países analisados ​​enfrentando condições "difíceis" ou "muito graves". Entre guerras, leis restritivas e pressão política, o jornalismo livre está cada vez mais sob ataque.

Por Stefano Leszczynski – Cidade do Vaticano

Desde a criação do relatório que há 25 anos analisa a liberdade de imprensa global, 2025 foi o ano mais sombrio da história do jornalismo. Pela primeira vez, segundo o mais recente Índice Mundial de Liberdade de Imprensa, mais de 52% dos países enfrentam sérios desafios.

Enquanto em 2002 uma parcela significativa da população vivia em ambientes propícios à informação, hoje menos de 1% desfruta de verdadeira liberdade de imprensa. Esse declínio é resultado de um processo gradual, porém constante: o jornalismo é cada vez mais prejudicado por pressão política, dificuldades econômicas e regulamentações hostis.

Leis e segurança

Entre os indicadores considerados pelo Relatório, a legislação é a que mais se deteriorou. No geral, as regulamentações à imprensa foram endurecidas em mais de 60% dos países do mundo. Entre as principais ameaças estão as medidas adotadas em relação à segurança nacional: instrumentos criados para proteger os Estados são frequentemente usados ​​para restringir o direito à informação.

Como aponta Anne Bocandé, diretora editorial da Repórteres Sem Fronteiras, a criminalização do jornalismo é agora um fenômeno global. Isso afeta não apenas regimes autoritários, mas também democracias, onde leis de emergência, ações judiciais frívolas e processos legais são usados ​​para intimidar jornalistas.

Informar tornou-se perigoso

Os conflitos armados continuam sendo uma das principais causas do declínio da liberdade de imprensa. Países como Iraque, Sudão e Iêmen enfrentam condições extremamente difíceis. A situação nos territórios palestinos é particularmente grave, onde centenas de jornalistas foram mortos nos últimos anos. Ao mesmo tempo, regimes autoritários em todo o mundo continuam a sufocar todas as formas de reportagem independente.

Américas em dificuldade

As Américas estão mostrando sinais preocupantes. Os Estados Unidos caíram sete posições, refletindo um clima cada vez mais hostil à imprensa independente. A América Latina também está passando por uma deterioração, em meio à violência ligada ao crime organizado e à pressão política. Países como Equador e Peru, revela o Relatório, caíram no ranking após o assassinato de vários jornalistas, enquanto na Nicarágua e em Cuba o cenário midiático está agora gravemente comprometido.

Sinais de esperança e responsabilidades futuras

Há, no entanto, sinais positivos: a Noruega permanece em primeiro lugar pelo décimo ano consecutivo, enquanto a Síria apresentou a melhoria mais significativa após as recentes mudanças políticas.

Apesar disso, o panorama geral continua alarmante. A organização Repórteres Sem Fronteiras, portanto, faz um apelo claro: a inação equivale à cumplicidade. São necessárias medidas concretas para proteger jornalistas, fortalecer as garantias legais e combater a impunidade. A liberdade de imprensa, pedra angular das democracias, não está garantida para sempre. Seu futuro depende de escolhas políticas e da capacidade dos cidadãos de defendê-la.


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domingo, 19 de abril de 2026

Santa Sé: “Mobilizar todos os recursos para combater o flagelo da fome no mundo”


A devastação da guerra em Cartum, no Sudão (AFP or licensors)

O Observador Permanente da Santa Sé, junto à Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), o Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola (FIDA) e o Programa Mundial de Alimentos (PMA), Mons. Fernando Chica Arellano, interveio, em Nouakchott, na 34ª sessão da Conferência Regional para a África: “Sem intervenções adequadas, mais de meio bilhão de pessoas poderão sofrer de desnutrição crônica até 2030, só na África 60%".

Por Vatican News

“Os sistemas agroalimentares, que constituem a espinha dorsal da África, enfrentam desafios sem precedentes, devido a conflitos, eventos climáticos extremos, choques econômicos e desigualdades crescentes. Todos os recursos disponíveis devem ser mobilizados para combater o flagelo da fome no mundo”: eis as palavras que o Observador Permanente da Santa Sé junto à FAO, FIDA e PMA, Mons. Fernando Chica Arellano pronunciou em seu discurso, em Nouakchott, Mauritânia, onde se realizou, até 17 de abril, a 34ª sessão da Conferência Regional para a África.

Mobilizar recursos para combater a fome

O Representante da Santa Sé citou os dados do último Relatório da ONU sobre o estado da Segurança Alimentar e Nutricional no Mundo (SOFI 2025), que, segundo as estimas, quase 673 milhões de pessoas passaram fome em 2024. Recordou ainda que "512 milhões de pessoas poderão sofrer de desnutrição crônica até 2030, 60% só na África". Daí o apelo que o Papa Leão XIV fez, em seu discurso à FAO, em 16 de outubro: "É preciso mobilizar todos os recursos disponíveis, em espírito de solidariedade, para que ninguém fique sem os alimentos necessários na Terra, tanto em quantidade quanto em qualidade. Somente assim será possível pôr fim a uma situação, que nega a dignidade humana".

Respeito da dignidade humana

“Para liberar plenamente o potencial da África, - segundo Mons. Chica Arellano -, devemos concentrar-nos em soluções de vanguarda, que possam incluir investimentos direcionados, inovação, desenvolvimento de competências, criação de empregos para jovens, emancipação feminina, maior acesso a mercados e comércio e esforço coletivo para enfrentar as profundas causas da migração". E o Observador Permanente da Santa Sé acrescentou: "É claro que devemos otimizar a produção local e rever a nossa abordagem da produção, distribuição e consumo de alimentos para atender às crescentes necessidades nestas três áreas, fundamentais para a vida de todo ser humano. Mas é essencial que este processo de otimização esteja firmemente alicerçado no respeito da dignidade humana inalienável, que nos foi dada por Deus. Eis o único modo de construir sistemas alimentares, realmente mais resilientes e equitativos, em benefício seja das pessoas, sobretudo, as mais vulneráveis, seja da criação, que nos foi confiada por Deus".


Fonte da informação


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sábado, 18 de abril de 2026

A jornada única de um homem do exército para a sala de aula

Ancien officier, Olivier Lamoril est aujourd'hui directeur de l’Institut du Sacré-Cœur, à Rome.


Por Cyriac Zeller

Em uma escola em Roma, o ex-oficial militar Olivier Lamoril cuida diariamente de quase 500 alunos. Ele escolheu deixar o exército para se dedicar à educação. 

Na tarde de sexta-feira, os corredores estão vazios. Os estudantes do Instituto do Sagrado Coração saíram todos para aproveitar o clima ameno de primavera, já evidente em Roma no início de março. Para Olivier Lamoril, "coordenador das atividades educacionais e instrucionais" — mais simplesmente chamado de "preside" (diretor) pela equipe italiana — não há dúvida de dar um passeio pela Cidade Eterna ou desfrutar da vista excepcional da escola. 

Localizado no complexo Trinità dei Monti, que pertence ao  Estado francês, o Instituto do Sagrado Coração (cujo nome geralmente é citado em francês, "Institut du Sacré-Cœur") pode se orgulhar de ser a escola com a vista mais bonita de Roma. Como em qualquer dia, as consultas de Lamoril se sucedem uma após a outra: tarefas administrativas, reuniões com pais, professores... Conseguimos nos encaixar na agenda lotada desse entusiasta da educação. 

Em seu pequeno escritório, aninhado entre as salas de aula, este homem na casa dos 50 anos nos recebe sob o olhar de João Paulo II e de um busto da fundadora da escola, Santa Madeleine-Sophie Barat. Uma gravura retrata a Escadaria da Praça Espanha, localizada a apenas algumas dezenas de metros de distância: a escola fica ao lado da Igreja da Trinità dei Monti, que tem vista para Roma. 

Semeadura e rega

Fazer Olivier Lamoril falar sobre educação é fácil. Ele cita entusiasticamente os Papas Paulo VI, Bento XVI e Francisco, e finalmente esta frase de Francisco de Sales, que ele fez seu lema: "Cabe a nós semear bem e regar bem, mas dar crescimento — isso pertence apenas a Deus."  

Para "semear bem e regar bem", o diretor tem priorizado estar próximo dos alunos e professores desde sua chegada a Roma no início do ano letivo de 2024. Todas as manhãs, ele fica no portão para cumprimentar cada um dos 500 alunos matriculados ali, um a um. Da mesma forma, ele faz questão de visitar a sala dos professores em cada recreio para conversar com eles. 

"Para mim, os aspectos educacionais e relacionais sempre tiveram prioridade sobre os aspectos administrativos do meu papel", ele enfatiza. 

Trazendo sua formação militar para a educação

Olivier Lamoril é, portanto, um homem de ação. Ele provou isso em uma vida anterior, pois, antes de encontrar sua vocação no mundo da educação, era soldado. Alto, de ombros largos, com mandíbula quadrada. "Frequentei a Academia de Oficiais de Saint-Cyr em Coëtquidan [França] antes de me tornar líder de pelotão", ele relata, mergulhando em memórias distantes. "Participei de duas operações no exterior: na Costa do Marfim e no Kosovo", relata ele.   

Ainda assim, vários motivos o levaram a virar a página. Antes de tudo, família: "Perdi dois partos da minha esposa", lembra esse pai de seis filhos, que perdeu uma menina. Foi também durante o serviço militar que sua vocação como educador tomou forma. "No exército, há regras; É formativo. Eu gostava desse aspecto do meu trabalho, mas não era minha missão principal como oficial!" 

Por isso, decidiu começar do zero e fazer as provas necessárias para se tornar professor. (Na França, se você quer ensinar em uma escola particular, precisa passar por uma competição acadêmica de alto nível e, se conseguir uma das vagas, consegue um emprego automaticamente.) Ele, um homem de ação, precisava se acostumar com um novo ritmo. "Durante o ano que passei me preparando para as provas, fui pai que ficava em casa com quatro filhos", ele recorda, divertido. 

Uma nova batalha: a sala de aula da 7ª série

Depois de ter seu Certificado de Aptidão para Professorado de Educação Privada (CAFEP, Certificat d'Aptitude au Professorat de l'Enseignement Privé) em mãos, ele não enfrentava mais quatro, mas cerca de 30 crianças todos os dias. Ele nunca perdeu o temperamento decisivo que herdou de sua experiência como oficial. Em 2005, tornou-se professor de história e geografia. "Na época, eu sabia que era só um degrau", ele explica. "Eu já tinha a ideia de administrar escolas em mente, mas primeiro queria experimentar as alegrias e desafios da profissão docente", acrescenta ele. 

O ex-líder de pelotão, que já comandou 39 homens que obedeciam a todas as suas ordens, relembra suas primeiras aulas de religião com uma turma barulhenta da 7ª série. "Foi um pesadelo", ele diz hoje rindo. Mas essa experiência não o afastou. Na verdade, ele estava determinado a continuar ensinando mesmo depois de se tornar diretor de escola em 2010. "Achei importante manter uma conexão com os alunos", ele insiste.  

Em 2015, foi transferido para liderar uma escola com 1.250 alunos; A carga de trabalho ficou pesada demais para assumir os dois compromissos. "Isso partiu meu coração", ele admite, prometendo nunca perder esse vínculo próximo com os alunos. 

Até hoje, ele às vezes dá uma mão ao corpo docente, "mesmo que na Itália não seja muito bem visto o diretor também ser professor", acrescenta. Ao chegar a essa escola francesa em Roma, Olivier Lamoril teve que se adaptar aos costumes locais. "Os italianos não são tão próximos dos franceses quanto se poderia pensar", ele observa. 

"Regras e amor"

Apesar disso, certos fundamentos permanecem universais quando se trata de criar filhos de forma saudável. Como membro da Comunidade Emmanuel, Olivier Lamoril ocupou cargos de liderança dentro do ramo de "educação" da comunidade, que administra escolas na África e no Haiti, entre outros lugares. 

Isso lhe deu a oportunidade de descobrir abordagens educacionais que às vezes eram radicalmente diferentes, mas também as necessidades universais das crianças pequenas. "Não importa onde você esteja no planeta, para crescer bem, uma criança precisa de alguém que a acompanhe no seu nível, que lhe dê regras e amor", ele explica, enfatizando o comportamento exemplar que todo educador deve demonstrar. 

Na Itália, esse católico devoto descobriu uma relação "radicalmente diferente" com a religião: "A questão de Deus é algo dado aqui!" Uma agradável surpresa para este diretor de escola acostumado aos desafios que às vezes trazia o secularismo ao estilo francês. Em Roma, ele pode implementar um programa pastoral dinâmico, sem impedimentos. 

"Acabamos de ter um ano louco", ele se entusiasma. "Entre o jubileu e o conclave, tem sido incrivelmente intenso." Essa onipresença reconfortante da Igreja é claramente evidente: o pátio do ensino médio, com vista para Roma, oferece uma vista deslumbrante do mar de telhados e torres sineiras da Cidade Eterna. 

Cortando contra o céu azul, a imponente cúpula da Basílica de São Pedro parece surgir deste oceano e vigiar os alunos do Sagrado Coração, ao lado de Olivier Lamoril. 

Fonte da informação

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