Olá, povo de Deus
As leituras desta Terça-feira da Semana Santa nos colocam diante do contraste entre a fidelidade de Deus e a fragilidade humana.
Em Isaías, vemos o Servo escolhido desde o ventre materno para ser luz para as nações. Mesmo quando sua missão parece inútil, Deus lhe revela que seus planos são maiores do que qualquer sensação de fracasso. Assim também acontece conosco: muitas vezes nos sentimos pequenos, cansados ou desanimados, mas Deus continua a nos chamar e a confiar que podemos irradiar sua luz no mundo.
No Evangelho, entramos no drama do Cenáculo. Judas se fecha à graça e mergulha na noite; Pedro, embora ame Jesus, promete mais do que consegue cumprir e acaba negando o Mestre. Em ambos, vemos espelhadas nossas próprias sombras: a tentação de nos afastarmos e a fragilidade que nos faz cair. Mas Jesus permanece sereno, fiel, consciente de tudo e ainda assim disposto a amar até o fim. Ele não desiste de nós, mesmo quando nós mesmos desistimos.
A Semana Santa nos lembra que Deus entra na nossa noite, a noite do medo, da culpa, da incoerência, e acende ali uma luz que ninguém pode apagar. Hoje, somos convidados a reconhecer nossas fragilidades, a confiar na misericórdia e a permitir que Cristo faça de nós sinais de esperança para quem vive na escuridão. Que Ele ilumine nossas sombras e nos conduza com firmeza rumo à Páscoa.
Assim seja!
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