Olá, povo de Deus
As leituras de hoje revelam um Deus que deseja reunir o que está disperso.
Em Ezequiel, Ele promete fazer do seu povo um só coração e estabelecer uma aliança de paz. Essa promessa continua atual, porque também nós carregamos divisões interiores, familiares e comunitárias. A Quaresma é o tempo em que Deus nos chama de volta para a unidade.
O salmo recorda que o Senhor nos guarda como pastor, conduzindo-nos mesmo quando não percebemos.
No Evangelho, a ressurreição de Lázaro provoca a decisão dos chefes de matar Jesus. A vida que Ele oferece incomoda quem prefere a segurança das próprias sombras. No entanto, é justamente nesse contexto que Caifás profetiza sem saber: Jesus morrerá para reunir os filhos de Deus dispersos. A cruz torna-se, assim, o grande gesto de reconciliação.
Às portas da Semana Santa, somos convidados a permitir que Deus cure nossas divisões e nos conduza à comunhão. Que a Páscoa nos encontre renovados, reunidos e reconciliados, porque o Senhor é o nosso Deus e nós somos o seu povo.

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