quarta-feira, 15 de abril de 2026

Quinta-feira da 2ª Semana da Páscoa

A liturgia desta quinta-feira apresenta um fio contínuo que une as três leituras: a Palavra de Deus é verdadeira, libertadora e exige de nós uma resposta concreta. 

Em Atos, vemos os apóstolos diante do Sinédrio, pressionados a calar-se. Mas Pedro responde com firmeza “É preciso obedecer a Deus antes que aos homens”. Esta verdade revela que a fé não é um adorno, mas um princípio que orienta a vida inteira. Eles não falam por teimosia, mas porque experimentaram a força do Ressuscitado e sabem que silenciar o Evangelho seria trair a própria vida.

O salmo reforça essa confiança ao proclamar que o Senhor escuta, liberta e protege aqueles que O buscam. A fidelidade não nasce de coragem humana, mas da certeza de que Deus está próximo e sustenta quem se apoia n’Ele. É essa presença que transforma o medo em confiança e a fragilidade em entrega.

No Evangelho, Jesus se apresenta como aquele que vem do alto e fala o que viu junto do Pai. Sua palavra não é opinião, mas verdade. Acolhê-la é entrar na vida; rejeitá-la é fechar-se à luz. Por isso, o texto conclui afirmando que quem acredita no Filho possui a vida eterna, uma vida que já começa agora, quando deixamos que Cristo ilumine nossas escolhas, cure nossos medos e reoriente nossos passos.

A liturgia, assim, nos convida a unir coragem, confiança e fé: coragem para não calar o Evangelho, confiança de que Deus caminha conosco e fé para acolher a palavra de Jesus como critério real da nossa vida. Talvez valha olhar para o dia de hoje e perguntar onde ainda precisamos deixar que a voz de Deus tenha mais peso do que as pressões ao nosso redor.

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