A liturgia de hoje nos coloca diante de um fio condutor muito claro: a confiança em Deus diante das provações e a necessidade de abrir os olhos da fé para perceber sua ação.
Na primeira leitura, São Tiago nos lembra que a tentação não vem de Deus, mas nasce da cobiça humana. Deus, ao contrário, é fonte de vida e bondade, e tudo o que Ele nos dá é dom perfeito. Essa palavra nos convida a não atribuir a Deus as nossas quedas, mas a reconhecer que Ele nos sustenta e nos chama à perseverança.
O salmo responsorial reforça essa confiança: “É feliz, ó Senhor, quem formais e educais nos caminhos da Lei”. Mesmo quando parece que o justo vacila, Deus não o abandona. É uma oração que nos ensina a descansar na fidelidade divina, mesmo em meio às lutas.
No evangelho, vemos os discípulos preocupados porque esqueceram de levar pão. Jesus aproveita essa situação para adverti-los contra o “fermento dos fariseus e de Herodes”, ou seja, contra a mentalidade fechada e incrédula. Eles ainda não compreendiam plenamente os sinais que Ele realizava. O Mestre os chama à atenção: não basta ver milagres, é preciso abrir o coração para entender que Ele é o verdadeiro pão que sacia.
A mensagem que emerge dessas leituras é clara: Deus não nos abandona nas provações, mas nos educa e fortalece. A tentação nasce de dentro de nós, e por isso precisamos vigiar. E, sobretudo, é necessário ter olhos de fé para perceber que Cristo é o pão que sustenta e dá sentido à vida. Assim, somos convidados a amadurecer na fé, deixando de lado preocupações imediatas e confiando plenamente na providência divina.
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