O profeta Isaías nos recorda que não basta dobrar a cabeça ou vestir-se de luto: o jejum que agrada ao Senhor é aquele que se traduz em gestos concretos de justiça e solidariedade. Libertar os oprimidos, repartir o pão com os famintos, acolher os pobres e desamparados, é aí que se manifesta a autenticidade da nossa fé.
O salmo penitencial nos coloca diante de Deus com humildade: “Meu sacrifício é minha alma penitente, não desprezeis um coração arrependido!”. É a atitude interior que dá sentido às práticas externas, pois Deus olha para o coração e não apenas para os ritos.
No evangelho, Jesus responde aos discípulos de João que enquanto o noivo está presente não há motivo para jejuar, mas chegará o tempo em que será tirado, e então jejuarão. Ele nos ensina que o jejum cristão encontra sua razão de ser na relação com Ele, o Noivo da Igreja.
Querido povo de Deus, a liturgia de hoje nos chama a unir penitência e caridade, oração e solidariedade. O jejum não é apenas privação, mas abertura para Deus e para o próximo. É um caminho de conversão que nos prepara para a Páscoa, quando celebraremos a vitória da vida sobre a morte.
E que este tempo de Quaresma nos ajude a purificar o coração, a viver com mais simplicidade e a reconhecer Cristo presente nos pobres e necessitados. Que o Senhor nos conceda a graça de um coração novo, capaz de amar e servir com generosidade.
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