Em Deuteronômio, Moisés apresenta ao povo uma escolha decisiva: vida e felicidade, se permanecerem fiéis ao Senhor, ou morte e desgraça, se se afastarem dele. É uma palavra que nos recorda que a fé não é apenas sentimento, mas decisão concreta, que se traduz em escolhas diárias.
O Salmo reforça essa mensagem ao descrever o justo como árvore plantada junto às águas, que dá fruto no tempo certo. Quem se deixa guiar pela lei do Senhor encontra firmeza e prosperidade espiritual, enquanto o caminho dos ímpios se desfaz como palha ao vento. É uma imagem que nos convida a enraizar nossa vida em Deus, para que dela brotem frutos de justiça e amor.
E no Evangelho de Lucas, Jesus anuncia sua paixão e morte, e chama os discípulos a segui-lo carregando a própria cruz. Ele nos ensina que não adianta ganhar o mundo inteiro se perdermos a vida verdadeira. O seguimento de Cristo exige renúncia, mas é justamente nessa entrega que se encontra a plenitude da vida.
Querido povo de Deus, a Quaresma é tempo de decisão. Deus nos oferece a vida, mas cabe a nós escolher o caminho da fidelidade. Seguir Jesus não é fácil: implica carregar a cruz, renunciar ao egoísmo e às ilusões de poder e riqueza. Mas é o único caminho que conduz à verdadeira felicidade.
Hoje, somos convidados a olhar para nossas escolhas e perguntar: qual caminho temos seguido? O da vida em Deus, que exige renúncia e fidelidade, ou o da ilusão, que pode até oferecer ganhos imediatos, mas termina em vazio? Que esta Quaresma seja para nós um tempo de enraizar a vida no Senhor, de carregar a cruz com confiança e de experimentar a alegria que nasce da entrega total a Cristo.
Assim seja!
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