sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

Depois do Jubileu, o que a Igreja vai celebrar?

O Jubileu da Esperança termina, as Portas Santas se fecharão, mas a missão da Igreja e dos fiéis continuam, sendo peregrinos da esperança.




Com o encerramento do Ano Santo, que possui o tema “Peregrinos de Esperança”, a Igreja entra em uma nova etapa. No dia 6 de janeiro, Solenidade da Epifania do Senhor, o Papa Leão XIV fechará a Porta Santa da Basílica de São Pedro, sendo oficialmente o fim do Jubileu iniciado pelo Papa Francisco em 2024.

Esse gesto simbólico encerra um tempo de graça que convidou milhões de fiéis ao redor do mundo a se aproximarem da misericórdia de Deus, como peregrinos. O Jubileu, celebrado tradicionalmente a cada 25 anos, não termina como um ponto final. Ele deixa frutos que devem seguir vivos no dia a dia de cada cristão.

Aprenda com o A12 Responde:

O que fica depois do Ano Santo?

O principal chamado do Jubileu da Esperança aos fiéis é de serem “sinais palpáveis de esperança” no mundo. Agora, é preciso perdurar na vida comum.

Aos fiéis que vivem uma rotina intensa entre trabalho, estudos e projetos de vida, fica a premissa de que a fé precisa ser vivida dia após dia. Isso passa por atitudes simples e firmes aprendidas no Jubileu e que seguem por toda a vida:

• Participar dos sacramentos

• Manter uma vida de oração

• Ajudar quem precisa

• Rezar pelo Papa e pela Igreja

Ser cristão hoje significa testemunhar a fé no cotidiano. É no ambiente de trabalho, na família e nas redes sociais que a esperança cristã se torna visível.

Andreza Galvão/ A12Andreza Galvão/ A12

A Igreja já olha para 2033

Mesmo com o fim do Jubileu da Esperança, a Igreja já caminha em direção para um momento especial ainda maior: o Jubileu da Redenção, em 2033.

Papa Francisco explicou o que a Igreja deve esperar ao convocar o atual Jubileu. Como recorda o Pe. Pablo Vinícius, C.Ss.R.:

“Este Ano Santo da Esperança orientará o caminho rumo a outra data fundamental para todos os cristãos: de fato, em 2033, celebrar-se-ão os 2 mil anos da redenção, realizada por meio da paixão, morte e ressurreição do Senhor Jesus.”

Apesar da presença dos jubileus na Igreja que ajudam os fiéis a entenderem que a fé, saiba que a fé não deve viver de eventos isolados, ela é um caminho contínuo de conversão e amadurecimento.

Viva a fé com mais sentido

O fim do Jubileu não deve ser também o fim de uma rotina cristã, ela reforça a missão de cada batizado.

“Sigamos nosso caminho com Jesus, o Redentor da humanidade, celebrando sempre a fé, que é Ele próprio, com alegria e compromisso!”, exalta Pe. Pablo Vinícius.
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