Querido povo de Deus, hoje a liturgia nos apresenta três movimentos espirituais que se unem em um só convite: confiar, louvar e seguir.
Na primeira leitura, vemos a dor de Ana, que sofre por não ter filhos e é humilhada por isso. Mas sua atitude não é de revolta, e sim de confiança: ela leva sua dor diante de Deus. Isso nos ensina que, mesmo nas situações de sofrimento, devemos transformar nossa angústia em oração perseverante.
O salmo responsorial nos convida a responder à fidelidade de Deus com gratidão: “Oferecerei ao Senhor um sacrifício de louvor”. É como se dissesse: mesmo quando a vida pesa, eu escolho louvar, porque sei que o Senhor escuta o clamor dos seus filhos.
No Evangelho, Jesus inicia sua missão pública com um chamado claro: “Convertei-vos e crede no Evangelho”. E logo chama os primeiros discípulos, que deixam suas redes e o seguem sem hesitar. Aqui está o coração da mensagem: o Reino de Deus já está presente, e seguir Jesus exige decisão, coragem e prontidão.
Enfim, assim, como Ana, levemos nossas dores diante de Deus sem perder a confiança; como o salmista, aprendamos a transformar nossa oração em louvor e gratidão; e como os discípulos, sejamos capazes de deixar nossas redes, aquilo que nos prende, para seguir Jesus com liberdade e fé. A liturgia de hoje nos chama a viver o cotidiano com fé, gratidão e coragem, porque o Reino de Deus já está no meio de nós e Jesus continua a nos chamar: “Vem e segue-me”. Amém!
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