A parábola do semeador nos recorda que a Palavra de Deus é sempre fecunda, mas seu fruto depende da disposição do coração que a acolhe.
São Paulo, na primeira leitura, fala da transformação do corpo mortal em corpo glorioso, uma passagem da fragilidade para a plenitude. O salmo reforça a confiança: “No Senhor eu confio”.
Diante disso, o Evangelho nos convida a perguntar: que tipo de solo tenho sido?
Entre preocupações, distrações e durezas, a Palavra pode facilmente perder espaço. Mas quando acolhida com coração sincero e perseverante, ela transforma, fortalece e faz florescer aquilo que Deus deseja realizar em nós.
Hoje, o chamado é simples e profundo: guardar a Palavra, deixá-la criar raízes e permitir que ela produza frutos de conversão, paciência e amor. É assim que o que é “mortal” em nós vai sendo revestido de vida nova.
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