A liturgia de hoje lembra que Deus cura feridas profundas, não apenas as visíveis, mas aquelas que carregamos na alma.
Jeremias anuncia que, mesmo após o castigo, o Senhor restaura e reconstrói.
No Evangelho, Jesus recorda que a verdadeira pureza nasce do coração: não é o gesto exterior que salva, mas a intenção que o move.
Em São João Maria Vianney vemos isso encarnado: um coração totalmente entregue, que transformou uma pequena paróquia porque deixava Deus agir dentro dele.
O convite é simples e exigente: deixar que Deus toque o que está ferido e purifique o que está confuso, para que nossa vida reflita mais o que Ele faz em nós do que aquilo que tentamos aparentar.
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