Paulo, ao final da vida, reconhece que combateu o bom combate e guardou a fé; sua maior alegria não está no que conquistou, mas no fato de ter permanecido fiel.
No Evangelho, a viúva pobre oferece ao Templo tudo o que tinha para viver. Enquanto muitos davam do que sobrava, ela deu o próprio coração.
Em Paulo e na viúva vemos a mesma verdade: Deus não mede a quantidade, mas a profundidade da entrega. Ele olha para a intenção, para a confiança, para o amor escondido nos gestos simples. Somos convidados a rever o que oferecemos ao Senhor, nosso tempo, nossa atenção, nossa vida, e a perguntar se damos apenas o que sobra ou se nos colocamos inteiros diante d’Ele.
Que hoje aprendamos a viver com a generosidade silenciosa da viúva e com a perseverança firme de Paulo, oferecendo a Deus não apenas coisas, mas nós mesmos.
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