Nesta segunda-feira da 16ª Semana do Tempo Comum, somos chamados a contemplar o poder libertador de Deus e a profundidade da fé que não depende de sinais, mas confia na promessa da ressurreição. Que essa Palavra toque o nosso coração e renove nossa esperança.
Na primeira leitura, o povo de Israel está diante de um impasse: o mar à frente e o exército egípcio atrás. O medo toma conta, e eles questionam Moisés. Mas Deus intervém com poder e misericórdia, abrindo o mar para caminharem em terra seca. - Deus é fiel e poderoso para salvar. Mesmo quando tudo parece perdido, Ele abre caminhos onde não há.
“Ao Senhor quero cantar, pois fez brilhar a sua glória!” Este cântico é uma resposta de louvor à libertação. O povo reconhece que foi Deus quem os salvou, e o louva com alegria. - A gratidão é a resposta natural à ação de Deus. Louvar é reconhecer que Ele age em nossa história.
E no Evangelho de hoje, Jesus é confrontado por escribas e fariseus que pedem um sinal. Ele responde que o único sinal será o de Jonas: três dias no ventre do peixe, como o Filho do Homem estará três dias no seio da terra. - A ressurreição é o sinal definitivo. Quem não crê nela, não crerá em nenhum outro. Jesus é maior que Jonas e Salomão — Ele é o próprio Deus entre nós.
Hoje somos convidados a confiar no Senhor mesmo diante dos nossos “mares fechados”. Quantas vezes nos sentimos encurralados, sem saída? Mas Deus nos diz: “Não temais! Permanecei firmes”. Ele é o Deus que abre o mar, que nos liberta, que nos conduz.
O Evangelho nos alerta contra a busca incessante por sinais. Jesus já nos deu o maior de todos: sua morte e ressurreição. Não precisamos de provas, mas de fé. A geração que pede sinais é aquela que não quer se comprometer. Mas nós somos chamados a crer, mesmo sem ver.
Assim como o povo cantou após a travessia, que também nós possamos cantar com a vida: “Ao Senhor quero cantar, pois fez brilhar a sua glória!” Que nossa fé seja ativa, nossa confiança firme, e nosso louvor constante.

