sábado, 29 de março de 2025

"Mas era preciso festejar e alegrar-nos, porque este teu irmão estava morto e tornou a viver; estava perdido, e foi encontrado" (Lucas 15, 32)

Olá, povo de Deus, paz e bem para vocês também!

Neste 4º Domingo da Quaresma, somos convidados a refletir sobre o grande amor de Deus por nós, a reconciliação e a alegria do retorno ao lar. As leituras de hoje nos apresentam essa mensagem com clareza e profundidade.

Na primeira leitura, do livro de Josué, vemos o povo de Israel finalmente entrando na Terra Prometida. O maná que os sustentou no deserto deixa de cair, pois agora têm os frutos da terra. Este momento simboliza o cumprimento da promessa de Deus e a transição de um tempo de provação para um tempo de plenitude. Assim também é a nossa jornada espiritual: Deus nos guia pelo deserto das dificuldades e, ao fim, nos conduz à vida em abundância.

O Salmo nos convida a saborear e ver como o Senhor é bom. Ele nos lembra que o louvor e a gratidão a Deus não são apenas uma resposta às bênçãos recebidas, mas uma forma de reconhecer Sua constante presença ao nosso lado, especialmente nos momentos de tribulação.

Na segunda leitura, São Paulo nos lembra que em Cristo nos tornamos uma nova criação. O velho passou; tudo é novo. Ele nos exorta à reconciliação com Deus, pois fomos redimidos por Cristo, que tomou sobre si os nossos pecados. Este é o coração do evangelho: Deus nunca desiste de nós e está sempre pronto a nos acolher de volta.

Finalmente, o Evangelho nos apresenta a belíssima parábola do Filho Pródigo. Nesta narrativa, vemos o amor incondicional do Pai, que espera o filho perdido com braços abertos e celebra seu retorno com grande alegria. Esta parábola não apenas nos mostra a misericórdia de Deus, mas também nos convida a refletir sobre nossa postura: somos como o filho pródigo, que precisa voltar ao Pai? Ou como o filho mais velho, preso em sua justiça própria e incapaz de compreender a graça?

Este domingo nos chama a um exame de consciência: onde estamos em nossa relação com Deus? Estamos dispostos a reconhecer nossos erros e voltar à casa do Pai? Estamos prontos a nos alegrar com aqueles que retornam, ou deixamos o orgulho e a amargura nos afastarem do coração misericordioso de Deus?

Que possamos, nesta Quaresma, renovar nossa confiança em Deus, buscar a reconciliação e celebrar a infinita misericórdia do Senhor, que nos acolhe sempre como seus filhos amados.

Amém!

Por Diácono Edson Araújo

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