Em Ezequiel, Deus denuncia a resistência do povo, que “tem olhos para ver e não vê, ouvidos para ouvir e não ouve”. É um alerta para nós: muitas vezes percebemos os sinais de Deus, mas não deixamos que eles transformem nossa vida.
No Evangelho, Pedro pergunta a Jesus até onde deve ir o perdão. A resposta é desconcertante: “Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete.” O perdão cristão não é cálculo, é estilo de vida. É libertação. É escolha diária de não deixar o mal criar raízes no coração.
Santa Dulce dos Pobres viveu isso com radicalidade: perdoou, acolheu, serviu e amou sem medida. Sua vida é prova de que o perdão abre espaço para milagres.
Hoje, o convite é simples: Deixar que Deus nos abra os olhos e o coração, e escolher o perdão como caminho de paz. É assim que o Reino cresce, silencioso, firme e transformador.
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