No diálogo entre ambos, Marta passa da dor pela morte do irmão à profissão de fé mais bela do quarto Evangelho: “Eu creio que Tu és o Cristo, o Filho de Deus.”
A primeira leitura reforça essa mesma lógica: quem ama conhece Deus, porque Deus é amor. Marta, Maria e Lázaro são ícones dessa amizade que transforma a fé em relação viva.
Hoje, o convite é simples e exigente: deixar que a fé se torne encontro, não ideia, não teoria, mas encontro com Aquele que vence a morte e permanece conosco. Quando dizemos “Eu creio”, abrimos espaço para que Cristo seja vida dentro de nós.
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