Nos Atos dos Apóstolos, vemos Pedro narrando como o Espírito Santo surpreende a comunidade ao descer também sobre os pagãos. É um momento decisivo: Deus rompe fronteiras, desfaz preconceitos e mostra que o seu amor não conhece limites. Pedro, que antes resistia, aprende a reconhecer a obra divina onde menos esperava. Isso nos provoca a perguntar: quantas vezes Deus tenta nos conduzir além das nossas seguranças, e nós hesitamos?
O salmo expressa a sede profunda da alma por Deus, uma sede que não se sacia com nada menor do que a própria presença divina. É essa sede que nos move a buscar, a recomeçar, a deixar-nos conduzir pela luz e pela verdade do Senhor.
No Evangelho, Jesus se apresenta como o Bom Pastor, aquele que dá a vida pelas suas ovelhas. Ele não é um mercenário que abandona no perigo; Ele conhece cada uma pelo nome e oferece a própria vida para que tenhamos vida em abundância. E ainda afirma: “Tenho outras ovelhas que não são deste redil; também a elas devo conduzir”. Aqui ressoa o mesmo movimento dos Atos: um Deus que reúne, que amplia, que inclui, que chama todos para a comunhão.
A Palavra de hoje nos convida a confiar no Pastor que nos guia, a reconhecer a ação do Espírito que derruba muros e a cultivar um coração aberto, capaz de acolher o novo que Deus faz. Que não tenhamos medo de seguir a voz do Bom Pastor, mesmo quando Ele nos conduz por caminhos inesperados. Ele caminha à frente, Ele protege, Ele conhece, Ele ama. E é nesse amor que encontramos a verdadeira vida.
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