A liturgia desta terça-feira nos chama a uma conversão autêntica.
Isaías denuncia a religiosidade vazia, feita de ritos sem coração, e convida o povo a lavar-se, a purificar-se, a abandonar o mal e praticar o bem.
O salmo ecoa esse apelo, lembrando que Deus não se agrada de sacrifícios externos, mas da retidão de vida e da fidelidade à aliança.
No evangelho, Jesus critica os escribas e fariseus que dizem mas não fazem, que buscam títulos e honrarias, mas não vivem a humildade. Ele ensina que o verdadeiro discípulo é aquele que serve, que não se exalta, mas se coloca em atitude de entrega.
Assim, a Quaresma nos recorda que não basta aparência de fé: é preciso coerência entre oração e vida, entre culto e justiça. Deus deseja corações sinceros, capazes de se abrir à sua misericórdia e de se comprometer com os irmãos.
A conversão não é apenas abandonar o pecado, mas também assumir a humildade e o serviço como estilo de vida. Quem se humilha será exaltado, quem se coloca a serviço encontrará a verdadeira grandeza.
Assim seja!
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