Olá, povo de Deus, a liturgia de hoje nos coloca diante de um tema central: a misericórdia infinita de Deus.
Na primeira leitura, o profeta Miquéias nos lembra que o Senhor é como um pastor que guia o seu povo e que, apesar das nossas infidelidades, não guarda rancor. Ele lança os nossos pecados nas profundezas do mar. É uma imagem poderosa: Deus não apenas perdoa, mas apaga, esquece, liberta.
O salmo responsorial continua esse cântico de esperança: “O Senhor é indulgente e favorável”. Ele não nos trata segundo as nossas faltas, mas segundo o seu amor. É um convite a confiar, mesmo quando nos sentimos indignos.
E o Evangelho nos traz uma das parábolas mais belas e conhecidas: o filho pródigo. Aqui vemos o coração do Pai que espera, que corre ao encontro, que abraça e celebra o retorno do filho perdido. Mas também vemos o irmão mais velho, que não consegue participar da festa porque se prende à dureza do julgamento.
O que tudo isso nos ensina neste tempo de Quaresma? Primeiro, que nunca devemos ter medo de voltar para Deus. Ele sempre nos espera com braços abertos. Segundo, que precisamos aprender a ser misericordiosos uns com os outros, sem cair na tentação de sermos como o irmão mais velho, que se fecha na sua justiça própria.
A Quaresma é tempo de conversão, mas não de tristeza. É tempo de reencontro, de festa no coração de Deus. Cada vez que alguém se arrepende, o céu se alegra. E nós, como comunidade, somos chamados a participar dessa alegria, acolhendo, perdoando, reconstruindo laços.
Assim seja!
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