Neste sábado, a liturgia nos convida a contemplar a justiça e a misericórdia de Deus. O profeta Joel anuncia o “vale da Decisão”, onde o Senhor julga as nações, mas também se revela como refúgio para os que O buscam. O salmo exalta a luz e a alegria reservadas aos justos, enquanto o Evangelho nos recorda que a verdadeira bem-aventurança está em ouvir e viver a Palavra de Deus. É um chamado à fidelidade, à escuta atenta e à prática concreta da fé.
O profeta Joel nos conduz ao “vale da Decisão”, onde o Senhor se apresenta como juiz das nações. É um cenário de justiça divina, mas também de esperança para o povo fiel. Deus não é apenas juiz, mas refúgio e fortaleza para os que O reconhecem como Senhor. A imagem do lagar transbordando e da colheita madura nos lembra que há um tempo de prestação de contas, mas também de abundância para os que permanecem em Deus.
O salmo exalta a majestade de Deus, que reina sobre toda a terra. Sua justiça é proclamada pelos céus, e a luz se levanta para os justos. É um convite à alegria e à confiança: “Alegrai-vos no Senhor, ó justos, e dai glória ao seu santo nome!”
Uma mulher, admirada com Jesus, proclama bem-aventurada a mãe que O gerou. Mas Jesus responde: “Antes, bem-aventurados são os que ouvem a palavra de Deus e a põem em prática.” Aqui, Jesus nos ensina que a verdadeira bem-aventurança não está apenas nos laços familiares ou emocionais, mas na escuta e vivência da Palavra.
Neste sábado, somos convidados a refletir sobre nossas escolhas no “vale da Decisão”. Estamos ouvindo a Palavra de Deus com o coração aberto? Estamos vivendo como justos, irradiando luz e alegria? Que possamos, como Maria, ser bem-aventurados por acolher e praticar a Palavra, mesmo em meio às tribulações.
Que o Senhor seja nossa fortaleza, nossa luz e nossa alegria. E que, ao final de cada dia, possamos dizer: “Hoje, escolhi o Senhor.”
Assim seja!

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