quarta-feira, 11 de junho de 2025

Quinta-feira da 10ª Semana do Tempo Comum

Hoje somos convidados a refletir sobre a luz do Evangelho e a necessidade de vivermos de maneira autêntica, com integridade e coerência, como seguidores de Jesus Cristo.

Na primeira leitura, São Paulo nos lembra de que “o nosso coração está abertos ao Deus que nos dá a luz” (2 Cor 4,6). Essa luz é a própria presença de Deus, que ilumina nossas trevas, nossas dúvidas e nossos fracassos. Não podemos esconder essa luz; ela é para ser revelada, transmitida ao mundo com coragem. Paulo fala de um ministério de transparência, de trabalhar sem desanimar, de anunciar a Palavra com grande honra, mesmo diante de dificuldades.

O salmo complementa essa ideia, pedindo que Deus nos conceda a sua paz: “Mostra-nos, Senhor, a tua misericórdia, e dá-nos a tua salvação.” Essa misericórdia e salvação são dons que nos fortalecem a cada dia na luta por uma vida mais justa, mais verdadeira.

No Evangelho, Jesus traz um ensinamento radical: “Se vós não fordes maiores do que os escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no Reino dos céus.” (Mt 5,20). Ele nos desafia a uma vida que vá além das aparências, das regras externas. Jesus quer que nosso coração seja puro, que nossas ações sejam motivadas pelo amor e pela verdade.

Ele adverte ainda contra a raiva e a desobediência, relacionando-os com o combate à reconciliação e à honestidade. “Se você estiver levando sua oferta ao altar e lá se lembrar de que seu irmão tem alguma coisa contra você, deixe a sua oferta ali diante do altar, vá primeiro reconciliar-se com seu irmão...” (Mt 5,23-24). Essa é uma mensagem que fala de transformação interior, de colocar o amor e a reconciliação no centro de nossa vida cristã.

Queridos irmãos e irmãs, nossa vivência cristã não é superficial. Deus nos convida a sermos transparências de sua luz, a trabalhar com honestidade e coragem, a buscar a reconciliação e a paz. A luz de Cristo deve brilhar em nossas ações, iluminando nossos ambientes e acolhendo o irmão que precisa de perdão e compreensão.

Que Deus nos ajude a sermos fiéis a esse chamado, vivendo de modo que nossa conduta seja um reflexo verdadeiro do Evangelho, e que a paz de Cristo reine em nossos corações e comunidades.

Amém.

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