Em Atos, Paulo encontra discípulos que ainda não receberam plenamente o Espírito; vivem uma fé inicial, sincera, mas incompleta. Quando acolhem o Espírito Santo, algo neles se transforma: nasce força, clareza, impulso missionário. É sempre assim quando deixamos Deus agir, Ele amplia o que somos, acende o que estava apagado, desperta o que parecia adormecido.
O salmo canta essa presença que dispersa inimigos, alegra os justos e sustenta os frágeis. Não é poesia vazia: é a experiência concreta de quem descobriu que Deus caminha à frente, abrindo caminhos onde antes só havia incerteza.
No Evangelho, os discípulos dizem finalmente compreender Jesus, mas Ele conhece o coração humano e sabe que, diante da provação, eles irão se dispersar. Ainda assim, não os condena; ao contrário, afirma: “Eu venci o mundo”. É como se dissesse: vocês vão fraquejar, mas Eu não; e é a minha vitória que sustenta vocês.
A Liturgia da Palavra de hoje poderia ser resumida assim: Deus não espera perfeição, mas abertura. Ele sabe das nossas dispersões, dos nossos medos, das nossas incompletudes. O que Ele pede é que deixemos o Espírito agir, para que a alegria do salmo e a coragem do Evangelho se tornem também nossas. E, quando o mundo pesar, lembremo-nos: não caminhamos sozinhos; caminhamos com Aquele que já venceu.
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