Em Atos, vemos Paulo e Barnabé enfrentando rejeição, mas também testemunhando a força do Evangelho que se abre aos povos. A Palavra não se deixa aprisionar pela hostilidade; ao contrário, ela encontra novos caminhos e desperta alegria onde é acolhida.
O salmo reforça essa certeza: Deus realiza maravilhas e sua salvação se torna visível para todos os povos.
No Evangelho, Jesus afirma que quem O vê, vê o Pai. Não se trata apenas de uma afirmação teológica, mas de um convite existencial: aproximar-se de Jesus é entrar na intimidade de Deus. E mais, Ele promete que aqueles que creem farão “obras maiores”, não porque sejam fortes, mas porque Ele mesmo age neles. A missão da Igreja nasce dessa união viva com Cristo, que transforma limitações em possibilidades e medos em coragem.
Celebrar Santo Atanásio hoje reforça essa verdade. Ele defendeu com firmeza a divindade de Cristo, não como uma ideia abstrata, mas como fundamento da nossa fé e da nossa esperança. Se Cristo é verdadeiramente Deus, então podemos confiar plenamente n’Ele, mesmo quando enfrentamos rejeições, incertezas ou desafios.
Que esta liturgia reacenda em nós a alegria de anunciar o Evangelho e a confiança de que, unidos a Cristo, nossas pequenas obras podem revelar ao mundo o rosto amoroso do Pai.
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