quarta-feira, 20 de maio de 2026

Quinta-feira da 7ª Semana da Páscoa

No Evangelho de hoje, Jesus eleva ao Pai uma oração que atravessa os séculos e chega até nós: “Que todos sejam um”. Não é apenas um desejo piedoso, mas o coração da missão cristã. A unidade pela qual Jesus suplica não é uniformidade, nem acordo superficial; é comunhão profunda, enraizada no amor com que o Pai o ama. É essa unidade que torna visível ao mundo a presença de Deus. Quando vivemos divididos, quando alimentamos rivalidades, quando deixamos que pequenas feridas cresçam, o rosto de Cristo se obscurece. Mas quando buscamos reconciliar, compreender, perdoar, então a glória de Deus resplandece em nós.

A primeira leitura mostra Paulo sustentado por essa mesma presença divina. Mesmo diante de acusações e conflitos, ele permanece firme porque sabe em quem colocou sua confiança. Deus o guarda, orienta e envia. Assim também conosco: a unidade que Jesus pede não nasce de nossas forças, mas da certeza de que o Senhor caminha ao nosso lado.

O salmo proclama: “Guardai-me, ó Deus, porque em vós me refugio”. A unidade começa aí, no coração que se refugia em Deus, que deixa o Espírito moldar atitudes, palavras e escolhas. Quando Deus é nossa herança e nossa alegria, tudo o mais encontra seu lugar.

Que hoje renovemos o desejo de viver essa unidade que nasce do amor do Pai, se revela no Filho e se realiza pela ação do Espírito. Que nossas comunidades sejam sinal vivo dessa comunhão, para que o mundo creia e para que nós mesmos encontremos a alegria plena que Cristo promete.

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