sábado, 16 de maio de 2026

7º Domingo da Páscoa, Ascensão do Senhor

A solenidade da Ascensão nos coloca diante de um mistério que, à primeira vista, parece despedida, mas que na verdade é cumprimento e envio. Jesus não se afasta para abandonar; Ele se eleva para abrir caminho. 

Como ouvimos nos Atos, Ele sobe ao céu, mas antes entrega aos discípulos uma missão que nasce da promessa do Espírito. A Ascensão não é ausência, é nova forma de presença.

Paulo, na carta aos Efésios, nos lembra que essa presença de Cristo glorificado ilumina os olhos do nosso coração. Ele reina acima de todo poder, mas escolhe agir no mundo através de nós, sua Igreja. Isso é ousado: o Ressuscitado confia a fragilidade humana a continuidade de sua obra. 

No Evangelho, no monte da Galileia, Jesus envia: “Ide e fazei discípulos”. Não é convite para poucos; é vocação para todos. E o fundamento da missão não é nossa capacidade, mas a certeza final: “Eu estarei convosco todos os dias”. A Ascensão, portanto, não nos manda olhar para o céu esperando algo distante, mas olhar para a terra com a coragem de quem sabe que o Senhor caminha junto. 

Celebrar hoje é assumir essa confiança. É deixar que o Espírito nos mova, que a esperança nos sustente e que a fé nos faça testemunhas. Cristo sobe, mas não parte; Ele se eleva para nos elevar com Ele. Que vivamos como quem acredita nisso.

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