A liturgia de hoje nos recorda que a santidade não é um ideal distante, mas se concretiza em gestos simples de amor e justiça.
O Levítico nos convida a ser santos como o Senhor é santo, e mostra que isso se traduz em não roubar, não mentir, não guardar rancor, mas sobretudo em amar o próximo como a si mesmo.
O salmo reforça que "a lei do Senhor Deus é perfeita, conforto para a alma", porque nos guia nesse caminho de vida.
O Evangelho de Mateus nos apresenta o grande juízo final, em que Cristo se revela no rosto dos pobres e necessitados: alimentar quem tem fome, vestir quem está nu, visitar o doente e o preso. O critério do Reino é o amor vivido de forma concreta.
Na Quaresma, tempo de conversão, somos chamados a rever nossas atitudes e a perceber que não basta rezar ou jejuar; é preciso transformar a oração em caridade, o jejum em solidariedade, e a fé em obras de misericórdia. No fim, o que dará sentido à nossa vida será o amor que oferecemos, porque tudo o que fizermos ao irmão mais pequeno, é ao próprio Cristo que estaremos fazendo.
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