terça-feira, 30 de dezembro de 2025

Quarta-feira, 7º Dia na Oitava de Natal

A primeira leitura nos lembra que muitos se afastam da fé, mas quem recebeu a unção do Espírito tem discernimento para permanecer firme em Cristo. Portanto, no fim do ano, é hora de revisar nossa fidelidade. Permanecemos na verdade ou nos deixamos seduzir por “anticristos” modernos ideologias, consumismo, indiferença? O convite é renovar a decisão de viver enraizados em Cristo.

O salmo convida toda a criação a cantar de alegria porque o Senhor vem julgar com justiça. Sendo assim, é importante que, diante das incertezas do novo ano, podemos e devemos escolher a esperança. A justiça de Deus não é condenação, mas restauração. Cantar ao Senhor é proclamar que Ele continua conduzindo a história.

O Evangelho de João nos coloca diante do mistério central: o Verbo eterno se fez carne e habitou entre nós. Hoje é o último dia do ano, uma importante ocasião para contemplar a entrada de Deus na nossa história. Ele não é distante, mas próximo, humano, solidário. Isso nos dá coragem para enfrentar o futuro, na certeza de que não estamos sozinhos.

Portanto, neste último dia do ano, a liturgia nos convida a três atitudes: a vigilância, onde é importante estarmos atentos para não nos deixarmos enganar por falsos profetas; a alegria de celebrar a justiça e bondade de Deus e por fim, a contemplação, onde reconheceremos que o Verbo se fez carne e continua presente entre nós.

Querido povo de Deus, encerramos o ano agradecendo e iniciamos o novo com confiança. O Natal não é apenas memória, é força viva que nos acompanha.

Assim seja!


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